terça-feira, 19 de julho de 2011

CURSO CULTURAL - ARTE E INCLUSÃO SOCIAL


Curso Cultural – Arte e Inclusão Social (oficina) - Projeto beneficiado com os recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (FPC) 2010/2011

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MAIS INFORMAÇÕES:
Dias e horários:
Terça e Quarta de 18:30 às 22:00
Sábado de 09:30 às 13:00.

Período do curso:
De agosto de 2011 à janeiro de 2012

3 dias na semana, 288 horas totais.

Data de início do curso:
09 de agosto (terça-feira)

Professores:
Interpretação: Shelmer Gvar
Preparação vocal: Camila Rezende

O curso terá como resultado final a montagem de um espetáculo criado juntamente com os alunos para uma apresentação no Teatro Marília.

Local:
Rua Pouso Alegre 854, bairro Floresta.

20 vagas.

Inscrição: 
Faça o pedido de inscrição pelos tels:
            (31) 3421-1495 begin_of_the_skype_highlighting            (31) 3421-1495      end_of_the_skype_highlighting  
(031) 8816-0103 begin_of_the_skype_highlighting            (031) 8816-0103      end_of_the_skype_highlighting 
ou pelo e-mail: 
contato@operariosdaalma.com.br

domingo, 17 de julho de 2011

O primeiro livro da criança sobre psicoterapia

RECOMENDADÍSSIMO!

Para ler com seu (sua) filho(a)...




Destina-se a crianças para as quais a psicoterapia está sendo considerada. Você pode lê-lo para seu filho, ou, se a criança já sabe ler, ela mesma pode lê-lo com sua ajuda. Geralmente existem muitas perguntas sobre o tratamento psicológico de uma criança pequena: O que é ludoterapia? O que acontece numa sessão? Como ela funciona? Por que as crianças fazem terapia? Este livro responde essas questões do ponto de vista do pequeno paciente.


sábado, 16 de julho de 2011

As separações e a crise dos oito meses

Para Kelly...


Tradução de um trecho do capítulo O Choro e as Separações do livro The Science of Parenting de Margot Sunderland. Esse livro foi premiado em 2007 pela Academia Britânica de Medicina como o melhor livro de medicina popular. Não é um simples livro de conselhos para pais, mas sim um livro que, baseado em mais de 800 experimentos científicos, explica o que a ciência nos diz sobre como os diferentes tipos de criação afetam os nossos filhos.


Quando o bebê chega aos seis ou oito meses de idade, começa a operar a angústia da separação que, geralmente, continua a se manifestar de uma forma ou outra até os cinco anos. Em breve o bebê começa a sentir pânico quando não vê sua mãe. É preciso levar a sério a intensidade dos seus sentimentos. A mãe é o seu mundo, é tudo para o bebê, representa sua segurança.

Um pouco de compreensão

O bebê não está “chatinho” nem “grudento”. O sistema de angústia da separação, localizado no cérebro inferior está geneticamente programado para ser hipersensível. Nos primeiros estágios da evolução era muito perigoso que o bebê estivesse longe da sua mãe e, se não chorasse para alertar seus pais do seu paradeiro, não conseguiria sobreviver. O desenvolvimento dos lóbulos frontais inibe naturalmente esse sistema e, como adultos, aprendemos a controlá-lo com distrações cognitivas.

Se você não está, como ele sabe que você não foi embora para sempre?

Você não pode explicar que vai voltar logo, porque os centros verbais do seu cérebro ainda não funcionam. Quando ele aprender a engatinhar, deixe-o segui-la por todas as partes. Sim, até ao banheiro.
Livrar-se dele ou deixá-lo no cercadinho não só é muito cruel, também pode produzir efeitos adversos permanentes. Ele pode sentir pânico, o que significa um aumento importante e perigoso das substâncias estressantes no seu cérebro.

Isso pode resultar em uma hipersensibilização do seu sistema de medo, o que lhe afetará na sua vida adulta, causando fobias, obsessões ou comportamentos de isolamento temeroso. Pouco a pouco, ele vai sentir-se mais seguro da sua presença na casa, principalmente quando comece a falar.

A separação aflige as crianças tanto quanto a dor física

Quando o bebê sofre pela ausência dos seus pais, no seu cérebro ativam-se as mesmas zonas que quando sofre uma dor física. Ou seja, a linguagem da perda é idêntica à linguagem da dor. Não tem sentido aliviar as dores físicas, como um corte no joelho e não consolar as dores emocionais, como a angústia da separação. Mas, tristemente, é isso o que fazem muitos pais. Não conseguem aceitar que a dor emocional de seu filho é tão real como a física. Essa é uma verdade neurobiológica que todos deveríamos respeitar.

Às vezes, impulsamos nossos filhos a ser independentes antes do tempo

Nossas decisões como padres podem empurrar nossos filhos a uma separação prematura. Um exemplo seria enviá-los a um internato (1) pequenos demais. As crianças de oito anos ainda podem ser hipersensíveis à angústia da separação e ter muita dificuldade em passar longos períodos de tempo longe dos seus pais. Sua dor emocional deve ser levada a sério. O Sistema GABA do cérebro é sensível âs mais sensíveis mudanças do seu entorno, como a separação de seus pais. Estudos relacionam a separação a pouca idade com alterações desse sistema anti-ansiedade.

As separações de curto prazo são prejudiciais

Alguns estudos detectaram alterações a longo prazo do eixo HPA do cérebro infantil devido a separações curtas, quando a criança fica aos cuidados de uma pessoa desconhecida. Esse sistema de resposta ao estresse é fundamental para nossa capacidade de enfrentar bem o estresse na vida adulta. É muito vulnerável aos efeitos adversos do estresse prematuro. Os estudos com mamíferos superiores revelam que os bebês separados de suas mães deixam de chorar para entrar num estado depressivo.

Param de brincar com os amigos e ignoram os objetos do quarto. À hora de dormir há mais choro e agitação. Se a separação continuava, o estado de auto-absorção do filho se agravava e lhe conduzia à letargia e a uma depressão mais profunda.
Pesquisas realizadas nos anos setenta demonstraram que alguns bebês cuidados por pessoas desconhecidas durante vários dias entravam em um estado de luto sofriam de um trauma que continuava a afligir-lhes anos depois. Os bebês estudados estavam sob os cuidados de adultos bem intencionados ou em creches residenciais durante alguns dias. Seus pais iam visitá-los, mas basicamente, estavam em mãos de adultos que eles não conheciam.
Um menino que se viu separado de sua mãe durante onze dias deixou de comer, chorava sem parar e se jogava ao chão desesperado. Passados seis anos, ele ainda estava ressentido com sua mãe. Os pesquisadores observaram a inúmeras crianças que haviam sido separadas de seus pais durante vários dias e se encontravam em estado de ansiedade permanente. Muitos passavam horas imóveis, olhando a porta pela qual havia saído sua mãe. Aquele estudo, em grande parte gravado em filme, mudou no mundo inteiro a atitude em relação às crianças que visitam suas mães no hospital.

Mas, não é bom o estresse?

Algumas pessoas justificam sua decisão de deixar o bebê desconsolado como uma forma de “inoculação de estresse”. O que significa apresentar ao bebê situações moderadamente estressantes para que aprenda a lidar com a tensão. Aqueles que afirmam que os bebês que choram por um prolongado período de tempo só sofre um estresse moderado estão enganando a si mesmos.

(1) Nota da tradutora: a autora é inglesa e o sistema de internato é muito comum no Reino Unido.


http://maternarconsciente.blogspot.com/2011/04/as-separacoes-e-crise-dos-oito-meses.html

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Mapa da pesquisa confiável na internet

1. Identificar a informação confiável
Algumas pistas que indicam se a informação é digna de crédito estão no próprio texto. A primeira delas: o autor está identificado? Se está, é sinal de que ele se responsabiliza pelo que escreveu. Verifique também se a pessoa é especialista no tema. Notoriedade não garante a veracidade, mas transmite mais respaldo ao escrito.
Quando o assunto é Educação, uma busca pelo currículo acadêmico na Plataforma Lattes ajuda a mostrar o que, de fato, o autor produziu. Outro caminho é verificar o cuidado no uso da língua. "Um site que não respeita as regras básicas do idioma demonstra desleixo com a apresentação dos dados", diz Luciana Maria Allan, diretora-técnica do Instituto Crescer, em São Paulo, entidade especializada em estratégias de aprendizagem no mundo digital.
Confira também as provas de veracidade da informação, que demonstram a autenticidade do que se diz: há relatos e testemunhos? Os entrevistados têm nome e sobrenome ou estão escondidos sob expressões como "especialistas afirmam"? Por fim, é preciso atentar à data de publicação. Mesmo acontecimentos históricos estão sujeitos a revisões e a novas descobertas, o que pode invalidar explicações antigas. 
2. Avaliar a qualidade das opiniões
Fala-se muito na necesidade de distinguir informação de opinião. Mas, na prática, essa é uma tarefa das mais difíceis, já que a linha que separa uma coisa da outra, na maioria dos textos, não existe. "Quem redige toma decisões em larga medida subjetivas, influenciadas por suas posições pessoais, seus hábitos e suas emoções", reconhece o Manual da Redação do jornal Folha de S.Paulo. Ainda assim, vale evitar textos fortemente adjetivados.
Como regra, opiniões devem estar baseadas em argumentos e evidências. Perceber os interesses do autor também é fundamental. É ingênuo pensar, por exemplo, que um fabricante de remédios trará dados imparciais sobre seus produtos. Sobre o posicionamento do autor, note o seguinte: ele se distancia das fontes com expressões como "segundo" e "de acordo com"? Abre espaço para opiniões contrárias, contestações e dúvidas sobre as conclusões? Em debates polêmicos ou em questões não plenamente desvendados pela ciência, isso é essencial.
3. Questionar o primeiro resultado do Google
Os detalhes de como o Google ranqueia os sites durante uma busca são mantidos em sigilo. Sabe-se que a lista se baseia numa fórmula com dezenas de variáveis, como o número de acessos e a quantidade de links apontando para a página. Como a confiabilidade não é uma preocupação central, algumas empresas contratam especialistas em programação para turbinar sua posição na lista.
A revista Exame de 6 de abril ilustrou essas artimanhas com um exemplo: ao digitar "cirurgia plástica" no Google, o site de Ivo Pitanguy - uma das maiores autoridades na área - aparece apenas no final da terceira página de resultados. No topo, médicos em início de carreira e empresas que financiam intervenções estéticas.
Moral da história: o primeiro nem sempre é o melhor, muito menos o mais crível. Para encontrar o que se deseja, pode ser necessário clicar em várias páginas - ou, ainda, refinar a forma como se busca a informação.
4. Extrair o máximo de sua pesquisa
O próprio Google ensina a sofisticar suas investigações. Na página inicial, se você clicar em "pesquisa avançada", encontrará opções de busca com todas as palavras digitadas, apenas no idioma escolhido, por tipo de arquivo (.doc, .pdf) e assim por diante. Na maioria das vezes, não é preciso ir tão longe. Basta digitar as palavras buscadas entre aspas - a pesquisa só trará páginas em que elas apareçam juntas.
Para dar uma ideia, os termos Educação especial, sem aspas, retornam 6 milhões de resultados. Com elas, "apenas" 1,1 milhão. Outra estratégia é filtrar os resultados pelos sites que você já sabe que são confiáveis.
A forma mais simples de fazer isso é digitar a expressão entre aspas e, em seguida, o nome do site. Por exemplo, a busca "Jean Piaget" "nova escola" retorna principalmente reportagens da revista sobre o pesquisador suíço.
5. Usar a Wikipédia com sabedoria
Não dá para ignorar a utilidade da Wikipédia, mas é preciso utilizá-la com cuidado. Como são os próprios internautas que alimentam seu conteúdo e não existe uma checagem oficial feita pelo site, pode haver informações erradas. Para se prevenir, a enciclopédia desenvolveu uma política de verificabilidade, cujo preceito principal é que os verbetes devem conter as referências de onde a informação foi tirada - revistas, jornais, periódicos científicos etc.
Quando os artigos não possuem essas citações (indicadas no fim da página como "notas e referências"), internautas podem sinalizá-los com uma marcação antes do texto: "Esta página ou seção não cita nenhuma fonte ou referência". Olho aberto para artigos com esse e outros símbolos, como "artigo controverso" (para textos excessivamente parciais) e "artigo ou seção que podem conter informações desatualizadas".
Para saber como determinado verbete chegou à sua forma atual, clique em "ver histórico", na parte superior da tela, onde estão todas as mudanças feitas no texto.
6. Recorrer a bases e fontes conhecidas
A palavra-chave aqui é a checagem da informação. Se ela está na base de dados de uma universidade ou faz parte de uma publicação acadêmica, provavelmente passou pelo crivo de especialistas no tema. Se está num meio de comunicação respeitado, passou ao menos pela checagem do editor.
Lúcio França Telles, professor da Universidade de Brasília (UnB), alerta para o uso do popular Yahoo Respostas, em que os textos dos internautas não passam por nenhuma conferência. Melhor recorrer ao Google Acadêmico, que busca resultados apenas em livros e periódicos universitários, ao Scielo e ao portal de periódicos da Capes, bibliotecas virtuais com artigos, livros, enciclopédias e obras de referência.
Para os alunos, vale indicar a respeitável Enciclopédia Britannica. Não custa lembrar ainda que, quando o assunto da busca é Educação, o nosso site é um grande aliado.


http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/mapa-pesquisa-confiavel-internet-tecnologia-629250.shtml?page=1

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O QUE É O PROCESSAMENTO FONOLÓGICO E O QUE ELE TEM A VER COM A LEITURA?

            processamento fonológico é um dos componentes da linguagem. Podemos dizer que ele é o elemento mais básico da linguagem. O processamento fonológico é a capacidade que nós possuímos de perceber e manipular os sons da fala. Este perceber não é o mesmo que ouvir, pois crianças com déficits no processamento fonológico ouvem muito bem, o que elas não conseguem é identificar os fonemas, ou seja, as pequenas unidades de som com que são formadas as palavras.
            Por exemplo, sabemos que a palavra BOLA tem 4 sons: /b/ /ó/ /l/ /a/. Da mesma forma, a palavra CHÁ tem 2 sons distintos: /x/ e /á/.
            Crianças com déficits no processamento fonológico têm muita dificuldade em perceber os fonemas. Elas ouvem a palavra como um bloco único ou dividido em partes maiores. Ao ouvir a palavra SOL, a ouvem como um único som, não percebendo que, na realidade, são 3 sons distintos que se associam para formar a palavra.
            A consciência fonológica é crucial para o aprendizado da escrita e da leitura. O desenvolvimento desta habilidade ocorre sem esforço por parte da maioria das pessoas, mas ocorre de forma deficiente em crianças disléxicas.
Uma coisa importante é que a consciência fonológica pode ser ensinada para as crianças que não a desenvolvem naturalmente e com isto é possível prevenir ou remediar muitos aspectos da dislexia.


 Jordano Copetti

domingo, 10 de julho de 2011

Palestras - Atenção! Vale a pena!

No dia 13 de julho, 4a. feira,  duas palestras especialíssimas, promovidas pelo curso de Pós em Neurociências, acontecerão no SINEP-MG, à Rua Araguari 644 - Bairro Barro Preto - Belo Horizonte-MG.

A programação é a seguinte:

Das 18h30min às 20h30min:
·  "Criatividade e aprendizagem para um disléxico, discalcúlico e distraído..." - Palestrante: Prof. Hélio Magri Filho, especialista em problemas na aprendizagem, do Rio Grande do Sul, cuja presença está CONFIRMADA.

Das 20h30min às 22 horas:
·  "Trantorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade: mitos e verdades; desafios e soluções". (Com notícias do Congresso Mundial de TDAH, ocorrido em Berlim, no mês passado) - Palestrante: Profa. Lucília Panisset, Dra. 
(LEMBRETE: vale a pena inscreverem-se logo, porque as vagas são limitadas a 40 lugares.)

INVESTIMENTO: R$50,00
Informações sobre como se inscrever: pelo endereço lupanisset@gmail.com 

Psicopedagoga Profa. LUCÍLIA PANISSET, Dra.
Coordenadora Acadêmica
Pós-graduação em Neurociências e Psicanálise Aplicadas à Educação
Faculdade São Camilo / SINEP-MG
           

quinta-feira, 7 de julho de 2011

40 sites que divertem e ensinam

Seu filho faz parte da chamada "geração Y". Também conhecida como geração da Internet, ela é composta por nascidos depois da década de 80 e tem como principal característica o seu crescimento em uma época de grandes avanços tecnológicos. Isso quer dizer que o computador faz ou fará parte da rotina dele (como a TV talvez tenha feito da sua). "As crianças e os adolescentes de hoje são nativos do computador e da internet. Já os adultos são imigrantes. São relações muito diferentes", afirma a Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora do Centro Universitário UniÍtalo e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo.

Um dos principais símbolos dessa nova geração é justamente a internet. Seja ela via computador, seja via celular. A pesquisa Kids Expert 2008, encomendada pelo canal infantil Cartoon Network, mostra que 60% das meninas entre 7 e 15 anos ficam entre 30 minutos e quatro horas por dia conectados. Entre os meninos, o percentual é de 55%. Mais de 6 500 crianças foram entrevistadas no ano passado.

E o que essas crianças e esses adolescentes fazem na rede? Essa mesma pesquisa mostrou que eles passam boa parte do tempo em programas de mensagens instantâneas e redes sociais, como Orkut e Facebook, conversando com amigos e visitando álbuns de fotos - passatempos que não necessariamente acrescentam algo à formação intelectual.

O tempo passado na Internet pode ser voltado para o aprendizado e a aquisição de conhecimentos. Há diversos sites que incentivam o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes, ampliando o seu universo cultural. Combinando informação com diversão, eles são, também, um excelente passatempo, que podem entreter e divertir os jovens. "Há conteúdos muito ricos na internet, para todas as idades. Acessando sites adequados para a faixa etária, crianças e adolescentes poderão aproveitar o que há de melhor na rede", diz Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS.

É justamente por isso que os pais devem participar mais dessa navegação, dessa exploração do mundo, orientando os filhos e fazendo uma mediação durante os momentos em que ele usa o computador. Mesmo em sites seguros, de conteúdo educativo, pode haver "falha" na segurança. Sites voltados para crianças com comunidades que possibilitam a interação entre os internautas, por exemplo, precisam de moderação e de um bom sistema de cadastro. "Um dos maiores perigos da internet é a pedofilia. Em comunidades e sites de relacionamento, as crianças correm risco de se relacionar com pessoas mal intencionadas", alerta a educadora Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania.

Outra recomendação das educadoras é que os pais atentem ao excesso de publicidade em determinadas páginas - há um projeto de lei em tramitação no Congresso que proíbe qualquer tipo de comunicação mercadológica voltada para crianças. "O apelo ao consumo por parte das crianças é algo condenável", afirma Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP. Também é bom prestar atenção no tempo passado em frente ao computador. "É preciso evitar que o computador se transforme em uma babá eletrônica. Ele deve ser apenas um dos muitos recursos usados na Educação de crianças e adolescentes", recomenda Helena Cortês.

A equipe do Educar para Crescer fez uma lista de sites educativos para crianças e adolescentes e solicitou a avaliação de cinco especialistas em Educação:
  • Adriana Bruno, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
  • Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS 
  • Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania
  • Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP 
  • Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora do Centro Universitário UniÍtalo e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo
Veja a seleção de sites para crianças e adolescentes avaliados pelas educadoras. Preste atenção às recomendações e divirta-se com o seu filho!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Como proteger seus filhos



Gavin de Becker

Todos os pais enfrentam os mesmos desafios quando se trata da segurança de seus filhos: em quem confiar; o que temer e como agir em caso de perigo.


Neste livro, Gavin de Becker ajuda os pais a lidarem com as seguintes questões:
  • Como educar meus filhos como pessoas capazes de garantir sua própria segurança?
  • Qual é a melhor maneira de preparar meus filhos para sairem sozinhos?
  • O que devo fazer se meus filhos se perderem num lugar público?
  • Como posso falar sobre riscos com meus filhos sem assustá-los?
  • O que meus filhos adolescentes precisam saber para garantir a sua segurança?
  • Quais são os limites que devo impor a meus filhos para garantir sua segurança?
  • Como identificar agressões sexuais?
  • E, finalmente, diante de todas essas questões, como posso diminuir as minhas preocupações?